A falta de um corpo de Bombeiros faz de Eunápolis uma cidade em perigo constante

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Bombeiro em Eunápolis

A cidade de Eunápolis precisa urgentemente articular planos e projetos para atender a demanda que garanta a segurança da população, especialmente em períodos em que os riscos de enchentes ou incêndios são maiores.

Segundo o presidente da Ligabom, que a Liga Nacional dos Corpos de Bombeiros Militares do Brasil, Coronel Carlos Eduardo Poças Amorim Casa Nova, comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar, a escassez de bombeiros no Brasil ocorre principalmente em função da falta de vontade politica agregada aos custos de instalação e manutenção das unidades e da aquisição de veículos e equipamentos:

     “É caro manter os quartéis de bombeiros. Uma viatura custa R$ 300 mil a R$ 500 mil; uma ambulância, de R$ 120 mil a R$ 300 mil. E depois tem a folha de pagamento, outros equipamentos etc”. Informou Coronel Carlos Eduardo

Na Bahia, a situação é bem complicada. Os bombeiros estão presentes em somente 13 de seus 417 municípios.

E aí a situação complica cada vez, pois pode-se detectar,  que a questão é de falta de planejamento por parte do Governo do Estado da Bahia.

Em Eunápolis recentemente uma equipe do SAMU teve que usar os extintores das viaturas de pronto-socorro,  para controlar um incêndio no bairro do Pequi.

A população fica a mercê da ajuda da Veracel quando tem algo um pouco mais complicado para conter algum incêndio na cidade até a chegada dos bombeiros de Porto Seguro quando a ocorrência for realmente grave.

Por tanto é preciso que a cidade busque alternativas, como unidades de bombeiros municipais ou bombeiros voluntários.

Da redação