Caso Rielson Lima: 04 pessoas já foram assassinadas. Queima de arquivo? A quem interessa essas execuções?

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Rielson e esposa

Executado no dia 29 de julho de 2014, em plena praça pública, no início da noite de uma terça-feira, o então prefeito de Itagimirim, Rielson Lima ainda está na memória de muitos cidadãos. Aliás, cidadãos esses que ainda acreditam que o crime um dia será elucidado. Só não sabem quando, pois alguns delegados já investigaram o caso, mas não seguiram à frente. Várias pessoas já foram ouvidas, algumas prisões efetuadas e até alguns elementos suspeitos de envolvimento na execução de Rielson já foram assassinados.

Rielson

Queima de arquivo?

Há três meses, André Ferraz, também  investigado por envolvimento na morte do prefeito, foi executado em Itagimirim. Em outubro, Márcio Néris Martins Ferreira, Canelão, foi assassinado dentro de um bar em Itapebi. Dias depois, o suspeito de matar Canelão também foi morto. Thierri da Cunha Ribeiro, 19, o Patati, foi morto pelo polícia.   

Algumas pessoas ligam os 04 assassinatos de elementos supostamente envolvidos na morte de Rielson Lima, como queima de arquivo. O mais recente episódio vitimou Alessandro Neves Lopes, o ‘Sandro Seco’, que foi morto na madrugada de domingo (20), com um tiro na cabeça, no município de Itarantim, no Sul da Bahia.

A quem interessa o silêncio da morte de Rielson?

Uma incógnita deve ser desvendada pela Justiça baiana: quem tem interesse que o crime que vitimou Rielson Lima fique sem solução? Quem de fato está por trás desse golpe duro, covarde contra a sociedade? Existem políticos envolvidos nesse imbróglio? Uma fonte fidedigna teria confidenciado ao atosnoticias.com que o atual prefeito de Itagimirim, Rogério Andrade seria o principal investigado no caso. Qual a razão?

Rogério Andrade

São, por enquanto, perguntas sem respostas. Somente a Justiça um dia responderá a esses questionamentos.

 

 

Da redação