Descaso na saúde de Eunápolis mata impiedosamente

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Eunápolis – São vítimas do silencio, vítimas da arrogância, vítimas da falta de competência e da negligencia medica. Os casos de mortes sem uma explicação cabível são muitas e se fizermos uma varredura ou mesmo se a câmara de vereadores abrirem uma comissão investigativa(CPI municipal) será facilmente constatada que alguns métodos adotados no Hospital Regional de Eunápolis são incoerentes com a missão de salvar vidas.

Os casos de “erro medico” e de atendimento precário que levam a morte, são muitos. O que é impiedoso e cruel é o Secretário Municipal de Saúde dizer que não há problemas na saúde de Eunápolis e sempre, jogam o problema para outras esferas. O secretário de saúde Mario Gontijo sempre tem um meio de se esquivar de suas mortes.

Alguns episódios são mais divulgados que outros; um desses casos foi o de, Osana de Oliveira Lima.  A jovem  de 22 anos, foi para o Hospital Regional de Eunápolis, vinda de Itabela, para que fosse realizado um parto cesariano no ano de 2013.

A família conta que tiveram um péssimo atendimento, o recepcionista chamou de mentirosa a cunhada de Osana  e ainda sem ter meios cabíveis de comprovar disse que ela não estava sentindo dor, O medico nem se quer olhou os exames da jovem.

“Deu duas injeções e mandou ela para casa”, disse Rosiléia Dias, cunhada da vítima. E o resultado, duas horas depois, ela  e o bebe morrem. E até hoje não se teve uma resposta do senhor Mario Gontijo.

Outro evento que ganhou notoriedade foi o da menina Ana Beatriz que morreu pelo despreparo de uma enfermeira arrogante condenada recentemente pela justiça. E não se ouviu uma palavra de Mario Gontijo sobre esse fato, nada, a enfermeira foi deixada só para ser condena.

Esta semana uma jovem morreu devido à demora no atendimento deixando a família em desespero. E o silêncio mais uma vez foi a resposta do secretario de saúde.

Nesta terça-feira 19, uma criança foi assassinada no momento do parto. Informações obtidas pela redação do site  ATOS NOTÍCIAS, dão conta que o medico ao puxar a criança quebrou o pescoço do recém nascido no instante do parto, e a mesma veio a óbito imediatamente. Mais uma vez o silêncio é  a resposta oficial da prefeitura.

 Como foi nos outros casos,  o silêncio sistemático e burocrático da Secretaria  municipal Saúde de Eunápolis, através do seu secretario de Mario Gontijo e do prefeito Neto Guerrieri, foi a resposta.

A comissão de saúde da câmara de vereadores é omissa, e contribui para que mortes continuem acontecendo sistematicamente.

O despreparo no atendimento, os muitos casos de negligencia medica  e o fato de o HRE ser um cabide de emprego; além do fato de seguranças fazerem o papel de atendentes somados  a arrogância de alguns funcionários, e o silêncio de Mario Gontijo e de Neto Guerrieri tornam a saúde de Eunápolis um perigo.

Da redação