Era tudo dinheiro público

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A ex-presidente Dilma sabia de todos os detalhes das negociatas com a Odebrecht, até pelo seu caráter centralizador.

Marcelo Odebrecht revelou em depoimento que foi acertada uma “contabilidade criativa” para viabilizar a propina dos partidos que apoiaram sua reeleição, em 2014, mas levou até Dilma um documento de seis páginas cobrando o pagamento das “pendências” do governo com a empreiteira.

Afinal, sem afanar dinheiro público não seria possível pagar as propinas.

A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Marcelo reclamou a Dilma que as dívidas do governo com a Odebrecht não era “forma de tratar os parceiros”.

A campanha Dilma pediu inicialmente R$57 milhões a Odebrecht, além do que havia sido doado e repassado ao marqueteiro João Santana.

Apoio do PDT, PCdoB, PRB e Pros à reeleição de Dilma custou R$ 24 milhões saídos do caixa 2, em 2014.

Mostrando sua afinidade com o “ideário” do PT, o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) recebeu R$ 7 milhões, revelou Marcelo Odebrecht.