Gado usado em propina da JBS a políticos não era abatido

Uma auditoria fiscal federal agropecuária nos documentos entregues pela JBS na delação premiada detalhou como se dava o esquema de pagamento de propinas a políticos do Mato Grosso do Sul usando a compra e o abate de bovinos.
Os fiscais chegaram à conclusão que o gado era vendido e pago, mas nunca entregue ao comprador. Baskets Under Armour Pas Cher
“No caso das guias de trânsito em que houve a consulta aqui ao Ministério da Agricultura, através da superintendência, nós não verificamos a existência do abate daqueles lotes correspondentes. Nike Air Max 2016 Dame
Então, não tem registro de entrada daqueles bovinos no frigorífico”, asics running pas cher disse Celso de Souza Martins,

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  • superintendente federal de agricultura em Mato Grosso do Sul.

    Nos últimos 10 anos, a J&F teria pago R$ 150 milhões em propina em troca de descontos de R$ 500 milhões no ICMS no MS. “O próprio governador tratava comigo, ele próprio. Teddy Bridgewater – Louisville Jerseys
    O Boni ia lá no Palácio do Governo,

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  • em Campo Grande. Essas notas o Boni pegou em mãos com o governador, essas notas fiscais e processou o pagamento”, disse Wesley Batista.

    Em nota, o governador Reinaldo Azambuja declarou que nunca recebeu qualquer vantagem indevida, e que “as quantias relativas à doação eleitoral, através do diretório nacional do PSDB,

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  • constam na prestação de contas da campanha de 2014,

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  • e que foram aprovadas pela Justiça Eleitoral”.